NUNO CLÁUDIO EMPOLGOU NA FNAC DO CHIADO (01.Julho.2009)
Nuno Cláudio (NC) actuou a 1 de Julho na FNAC do Chiado, em Lisboa, naquele que foi o primeiro showcase no contexto de Mirando L Douro - L Die. NC foi acompanhado pela banda que fará o suporte dos seus concertos, com produção musical de Nuno Ferreira. NC interpretou 4 temas em mirandês, entre os quais o conhecido Maria Faia, canção celebrizada por Zeca Afonso, cuja interpretação foi repetida na língua portuguesa no final do showcase do Chiado. A sala esteve repleta e no final foram unanimes as manifestações de satisfação com a actuação de Nuno Cláudio. Branco de Oliveira, da Metro Som, afirmou: "é um espectáculo com muita força, presença e originalidade, que merece palcos e televisões".

METRO SOM DISTRIBUI E COMERCIALIZA MIRANDO L DOURO (Junho.2009)
A Metro Som é a editora responsável pela distribuição e comercialização do álbum Mirando L Douro - L Die. Branco de Oliveira, o responsável pela experiente editora, frisou que se trata de uma honra distribuir este trabalho, "de muita qualidade e originalidade", garantiu.

VEREADOR DA CULTURA DE MIRANDA PROPÕE NUNO CLÁUDIO PARA CIDADÃO HONORIFICO (18.Abril.2009)
O vereador António Augusto Carção garantiu que os responsáveis pela cultura no municipio de Miranda do Douro ficaram satisfeitos com o resultado final de Mirando L Douro - L Die: "ficámos maravilhados quando nos foi dado a conhecer este trabalho e desde já anuncio que vou propor o Nuno Cláudio para cidadão honorífico do município de Miranda do Douro". António Bárbolo Alves realçou o profissionalismo que foi aplicado na produção deste trabalho discográfico: "O Nuno aplicou-se com muito profissionalismo, e chegámos a estar horas ao telefone porque ele era capaz de telefonar por causa da pronúncia de um simples som de uma palavra", concluiu o professor responsável pela tradução e adaptação das letras para a lingua mirandesa.

APRESENTAÇÃO NO CARTAXO FOI UM SUCESSO (18.Abril.2009)
Não poderia ter corrido melhor a apresentação de Mirando L Douro - L Die, que aconteceu no Centro Cultural do Cartaxo a 17 de Abril. Estiveram presentes Tozé Brito, António Bárbolo Alves (tradutor das letras para a lingua mirandesa) e António Carção, vereador da cultura do município de Miranda do Douro. Paulo Caldas foi o autarca anfitrião. Tozé Brito referiu que não poderia deixar de estar naquele dia no Centro Cultural: "depois de ter tomado contacto com o trabalho que me foi previamente enviado por correio, decidi que hoje não poderia estar noutro lugar senão aqui no Cartaxo, com o Nuno Cláudio", garantiu o conhecido compositor/autor, que actualmente é assessor de direcção na Sociedade Portuguesa de Autores. Tozé Brito mostrou uma sensibilidade especial para o trabalho de produção de um disco, ou não se tratasse de um verdadeiro especialista na matéria: "ninguém fará sequer ideia da quantidade de horas que se gasta desde que se começa a compor uma música até que ela venha a ser uma realidade, tal e qual como a ouvimos; por essa razão, o que serão duas ou três horas do nosso tempo aqui passado hoje à vista das horas que o Nuno terá gasto para fazer este trabalho?", referiu ainda Tozé Brito, que garantiu não ter coragem de se lançar na produção de um trabalho em mirandês, asseverando que até desconhecia que o mirandês tem o estatuto de lingua oficial.

APRESENTAÇÃO NO CENTRO CULTURAL DO CARTAXO COM A PRESENÇA DE TOZÉ BRITO (07.Abril.2009)
O álbum "Mirando L Douro - L Die" vai ser apresentado no próximo dia 17 de Abril no magnífico Centro Cultural do Cartaxo. Nuno Cláudio aceitou o convite de Paulo Caldas, presidente da autarquia cartaxeira, para que a cerimónia de lançamento do primeiro disco da "saga" "Mirando L Douro" tivesse como palco o Centro Cultural da cidade. O evento começa às 18,30 horas, e a autarquia de Miranda do Douro está convidada para marcar presença. António Bárbolo Alves, o tradutor das letras para a língua mirandesa, também vai estar presente no Cartaxo a 17 de Abril, tal como Tozé Brito, que "apadrinha" o lançamento de Mirando L Douro - L Die.

NUNO FERREIRA E O VIRTUOSISMO DAS GUITARRAS
O excelente guitarrista Nuno Ferreira voltou a colaborar num trabalho de Nuno Cláudio, desta vez assumindo a produção do mesmo (em co-autoria com o próprio NC). Nuno Ferreira executa todas as guitarras da dupla edição "Mirando l Douro" e a qualidade da sua interpretação reflete não apenas todo o talento do guitarrista como também o gosto e a dedicação que colocou ao serviço deste projecto. José Jorge Nascimento foi o percussionista convidado, ele que já tinha tocado baterias no álbum homónimo de Nuno Cláudio, editado em Janeiro de 2006 (editora Ovação), tal como o próprio Nuno Ferreira. O músico Fernando Gomes emprestou toda a sua dinâmica ao carron que é audível nos temas Maria Faia e Transe (Marie Faia e L tranze).

MIRANDÊS - A DIFERENÇA
Porquê cantar em mirandês? É a pergunta que por certo mais vezes será colocada a Nuno Cláudio. O próprio explica: "parti para este projecto acústico com dois propósitos: reeditar algumas das minhas melhores músicas num formato completamente diferente do original e acrescentar qualquer factor que verdadeiramente fosse distinto do comum dos projectos. Foi nesse contexto que surgiram as versões em formato acústico e também a língua mirandesa, que é a nossa segunda língua oficial". A ideia de cantar em mirandês surgiu... ao almoço, conforme explica Nuno Cláudio: "estava a almoçar no meu restaurante e a ver as notícias quando surge uma reportagem sobre a edição do primeiro manual escolar em mirandês. Quando cheguei ao escritório, peguei no telefone e liguei para a Câmara Municipal de Miranda. Lá deram-me o contacto do António Bárbolo e garantiram-me que era a pessoa que eu procurava. Falámos por telefone, enviei-lhe as letras em português e poucas semanas depois já tinha no meu email as letras traduzidas". Mas como é que Nuno Cláudio "aprendeu" a cantar aquelas letras com a devida correcção linguística? "Depois de olhar para as letras, percebi logo que tinha que ir a Miranda. Meti-me no carro e fui com a minha esposa passar um fim de semana em Miranda, onde finalmente conheci o António; levei um gravador Marantz, emprestado pelo Nuno Inácio da Rádio Voz de Alenquer e o António teve a paciência de ler todas as letras, uma por uma", explica o cantor, que complementa: "ouvi o António a ler aquelas letras pelo menos umas mil e quinhentas vezes... cada uma, claro. Ou terão sido três mil e quinhentas? O que importa é que valeu o esforço para agarrar o sotaque".